Chronos

fique por dentro

>mulherbonita de verdade


comportamento

Tal mãe, tal filha?

Seis mulheres, duas gerações e uma conversa sobre expectativas e sonhos, passado e futuro!

imagem do conteudo

Você lembra quando tinha 13, 15, 19 anos? Era magra ou gordinha demais. Usava óculos ou aparelho nos dentes. Esticou de uma vez só e vivia curvada para o mundo, ansiosa em transformá-lo em algo diferente do que via por aí.

 

Se hoje você tivesse 13 anos, hoje, como se veria? Se passasse a adolescência com o aprendizado de seus 30, 40 ou 60 anos, talvez se cuidasse mais e sofresse menos. Mas também deixaria de viver um monte de coisas que, na época, você viveu sem pensar muito no depois.

 

No livro adolescência (Publifolha), o psicanalista Contardo Caligaris diz que a adolescência é um mito, uma espécie de “invenção cultural”. Ele defende que a ideia surgiu nos anos 1950, depois da segunda guerra mundial, quando a figura do adolescente rebelde surgiu na cabeça dos adultos, através do cinema e da literatura. Os adolescentes seriam, então, porta-vozes das próprias frustrações dos adultos pré-anos 1960. Da vontade que eles também tinham de não se conformar, de sonhar mais.

 

Neste vídeo, conversamos com duas mães e duas filhas adolescentes. As meninas mostram os anseios de uma geração cheia de sonhos, que não é mais criança, mas ainda não amadureceu. As mulheres lembram com carinho dos tempos em que eram como suas filhas e contam como, hoje, vêem o mundo de outro jeito sem deixar de sonhar também.

 

Ps. Para as adolescentes que precisam cuidar da pele, mas não tem muita paciência, a linha Natura Faces ensina a fazer isso em três passos bem fáceis. Para quem, como eu, não é adolescente faz tempo, mas ainda tem acne, aguarde... Em breve, teremos novidades para vocês.

 

0 comentários
Utilize este espaço para fazer seu comentário, se você tiver dúvidas ou perguntas: clique aqui